"(...) a máquina do mundo se entreabriu
para quem de a romper já se esquivava
e só de o ter pensado se carpia.
para quem de a romper já se esquivava
e só de o ter pensado se carpia.
(...)
A treva mais estrita já pousara
sobre a estrada de Minas, pedregosa,
e a máquina do mundo, repelida,
sobre a estrada de Minas, pedregosa,
e a máquina do mundo, repelida,
se foi miudamente recompondo,
enquanto eu, avaliando o que perdera,
seguia vagaroso, de mãos pensas."
enquanto eu, avaliando o que perdera,
seguia vagaroso, de mãos pensas."
.
.
.
"por onde vou guiar o olhar que não enxerga mais
dá-me luz, ó deus do tempo
dá-me luz, ó deus do tempo
neste momento menor
pra eu saber teu redor
dá-me luz, ó deus do tempo
dá-me luz, ó deus do tempo
neste momento menor
pra eu saber teu redor
a gente quer ver horizonte distante
a gente quer ver horizonte distante
a gente quer ver horizonte distante
aprumar"
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